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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Palco, Teatro, Vida, Realidade


Simplesmente paro e me vejo em um palco, um teatro onde escrevo, dirijo e sou a personagem principal. Vejo as pessoas com quem me relaciono meu grande público que elogia, fazem críticas à minha atuação, e por fim sempre vejo o fantoche que querem atuar em seu próprio terreno. A mente do ser humano sempre revela o que as pessoas querem ouvir, ou ver. Pra comprovar essa máxima é só ligar em algum serviço de telemaketing, te passarão um prazo que só você quer ouvir. E admito que são pucos os não influenciados pela sociedade moderna, pois imposição é o seu lema.
Minha atuação é bastante convincente, acredito eu. Mas já vi péssimas peças teatrais e pessoas serem apedrejadas em pleno palco antes mesmo de terminar o primeiro ato. Certa vez escolhi um texto bastante interessante para interpretá-lo no palco, é sobre uma pessoa que mentia consideravelmente, e durante o segundo ato percebi que o público prepava a munição constituída de tomate podre, e acabei por improvisar o resto da peça, se não viria chumbo grosso no meu lombo.
Aprendi que a mentira é algo desgastante, as pessoas, apesar de mentirem desaprovam tal gesto vindo de terceiros, percebi isso em cima do palco, onde sou ator 24 horas por dia, mas nesse mesmo palco jamais uso máscaras porque meu público é o mais importante, é minha melhor gratificação.
Esse mesmo palco é onde se passa meu teatro, minha vida, é a minha realidade.

domingo, 20 de janeiro de 2008

O Ínicio


Bom, este é mais um blog que inicio, no intuito de dividir histórias, levantar tópicos referente a assuntos contemporâneos, outros nem tanto. Acredito que, se expressar na escrita é uma forma de dividir conhecimentos, interagir com a sociedade. Opniões diversas entre pessoas racionais, pois acredito que nem todo ser humano é racional, leva a questões saudáveis e propostas de soluções eficazes.
Para ilustrar a questão de ser humano racional, lembro-me de uma ocasião quando tinha meus 12 anos de idade, estava brincando com um primo, não me lembro a idade dele, mas recordo que ainda era bem pequeno, acabei por apertar seu dedo na porta de uma estante. Foi sem querer com certeza, mas um tio meu, que também era tio do pequeno garoto que berrava mais de susto do que de dor, só faltou me chamar de santo, o que me deixou muito triste, mas logo passou. Hoje com meus 20 anos, sempre caio na rizada quando me lembro dessa ocasião juntamente com esse tio.

Um texto:
"É mais ou menos o jeito de pensar que me faz seguir adiante. Confuso? Creio que não, talvez regido por fatos, rumores, atitudes, preocupações, conceitos inanimados, razões....sei lá, mundinho pequeno esse, mente pequena a do outro, e a minha é suficientemente grande e aberta?
Fácil é atirar, o dificil é guardar a arma.
"Quero um mundo só meu"
"Quero ser simplesmente EU"
"Quero parar e pensar no que faço, sem medo de tropeçar em merda"
"Quero um simples e aconchegante colchão pra colocar meu corpo pra descansar."
CONFUSO?
TALVEZ LÓGICO DEMAIS!!!"


Gu Vidal